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Alugar com pet

Ter animal reduz a lista de imóveis disponíveis, mas menos do que se imagina. Boa parte da recusa vem de receio de dano, e isso se resolve na conversa e no contrato.

O que o condomínio pode

  • Proibição total costuma não se sustentar. A jurisprudência tem sido no sentido de que convenção não pode vetar animal de forma absoluta quando ele não causa incômodo nem risco.
  • Regras de convivência valem, e são razoáveis: coleira nas áreas comuns, uso do elevador de serviço em alguns prédios, recolher dejetos.
  • Porte e quantidade podem entrar em regra interna, principalmente em prédio pequeno.
  • Vale ler a convenção antes, e não confiar só no que a portaria disse.

O que o proprietário pode pedir

  • Registrar o animal no contrato, com espécie e porte. Isso protege os dois lados.
  • Vistoria mais detalhada na entrada, com atenção a piso, rodapé e portas.
  • Garantia reforçada, em alguns casos. É negociável.
  • Não pode cobrar taxa mensal de pet em locação residencial. Isso não tem base.

Como aumentar a chance de aprovar

Quem chega com o assunto resolvido passa na frente de quem esconde e o dono descobre depois.

  • Fale do animal na primeira conversa. Esconder e ser descoberto depois queima a confiança e às vezes o contrato.
  • Leve foto e informação simples: idade, porte, se é castrado, se fica sozinho durante o dia.
  • Ofereça referência do endereço anterior, se houver. Vale muito.
  • Proponha a vistoria detalhada você mesmo. Mostra que você não pretende devolver o imóvel arranhado.

Nos nossos imóveis, quando o cadastro marca que aceita pet, isso aparece na ficha antes de você perguntar. É o tipo de filtro que economiza visita para todo mundo.

Para quem vai alugar